Me deparei pensando essas coisas há alguns dias quando encontrei o texto abaixo entre uns papéis perdidos. Escrevi quando estava no segundo semestre da faculdade, após a quarta recusa na solicitação de bolsa estudantil. Reler esse texto agora me impulsionou a escrever o parágrafo acima e sei que é muito ingênuo mas, só agora faz sentido dizer, que hoje eu passaria por isso sem tantas inseguranças e sem tanto desespero.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Me deparei pensando essas coisas há alguns dias quando encontrei o texto abaixo entre uns papéis perdidos. Escrevi quando estava no segundo semestre da faculdade, após a quarta recusa na solicitação de bolsa estudantil. Reler esse texto agora me impulsionou a escrever o parágrafo acima e sei que é muito ingênuo mas, só agora faz sentido dizer, que hoje eu passaria por isso sem tantas inseguranças e sem tanto desespero.
domingo, 20 de setembro de 2009
Por uma vida menos ordinária
Comédia romântica não é o tipo de filme que eu considero cinema de verdade, exceto único e exclusivamente pelo filme "Por uma vida menos ordinária" (1997, direção de Dany Boyle).
Encontrei o DVD por vinte contos, depois de tanto tempo procurando, e hoje finalmente assisti de novo. Eventualmente me lembrava da cena do karaoke, mas sempre esquecia qual era música (tinha em mente algum clássico da década de 60 cantado por um daqueles figurões tipo Frank Sinatra e quase acertei). Para minha surpresa e espanto, o comecinho da letra já estava ali num comentário anônimo do post de 20 de agosto.
Minha curiosidade e insônia me obrigam a pedir solenemente:
Querido anônimo, identifique-se e torne a minha noite um pouco menos ordinária.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Inusitadamente acho que descobri um dos motivos para os namoros em geral não darem certo: as mulheres pedem espaço, mas os homens entendem distância. E vice-versa.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
- Nada disso me surpreende. O que me surpreende é quão pouco o mundo muda.
- O que me aconselha?
- Se bem me lembro, qualquer conselho é inútil.
- Nunca me senti tão infeliz.
- Os que mais merecem amor não são felizes com ele.
- Porque tem de ser assim?
- Ainda acha que os homens amam como nós? Não. Os homens saboreiam a felicidade que sentem. Nós só saboreamos a felicidade que damos. Eles não conseguem se dedicar só a uma pessoa. Esperar tornar-se feliz com o amor é uma causa certa de sofrimento.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Cristovão Tezza, escritor curitibano, em entrevista de julho/2009:



