Joaquina na mesa
A diferença de hoje é que ela não procurou nada pra fazer. Se deu o direito de riscar a folha descompromissadamente, sem achar que deveria estar fazendo algo significativo, produtivo, altivo... Só rabiscar a folha. Só. Num fluxo de consciência intenso e infinito concluiu rapidamente que talvez fosse essa a chave mágica de uma vida sem culpa: não fazer nada quando não há mais o que fazer. Se permitir errar, reconhecer um erro e lamentá-lo, sem martirizações, sem desespero. Já tá feito, ao menos aprenda com isso. Essa deve ser a máxima.
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1 comentários:
Brilhante, Amanda!
Afinal, errar é mesmo humamo, mas saber lidar com isso, uma virtude quase sobre-humana...
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