
A primeira fase das minhas férias sem fim após o término da faculdade será chamada de "Bridget Jones": estou usando pijamas de flanela com estampas infantis a partir das sete da noite, comendo doces compulsivamente, assistindo filmes (repetidos, novos, da década de 50, em preto e branco, longos, curtos...) e o mais grave, pensando sobre vida conjugal. Sem final feliz como o da comédia romântica. Pra concluir o post de uma maneira menos deprimente, acho que devo refletir e aceitar isso como uma fase mesmo. Talvez uma fase na qual eu ainda não aprendi direito a diferenciar o que é ócio e o que é vício, o que é luxo e o que é necessidade nos relacionamentos. O Rob Gordon, do filme Alta Fidelidade, tem uma frase ótima pra essa hora: "Só pessoas com certa índole têm medo de ficar sozinhas pelo resto da vida aos 26 anos". E eu como sempre, muito precoce.

6 comentários:
Putz... Eu acabei de fazer 26. Acho que eu tenho a certa índole... seja ela qual for!
hahahahahahaha
PS. Nossa! Ela é mecânica? rs
Ah, aliás, esqueceu de colocar: ir ao cinema ao sábado com uma amiga, pegar a sessão das 17h pra assistir um filme nacional e ainda dar risada disso... kkkkkkkk
Bom, não sei de tenho "certa índole", mas ao 23 beirando os 24 confesso que tenho medo da solidão. Mas o resto da vida também é algo relativo, pois o resto da vida pode significar os próximos 60 segundos.
Gostei muito do post!
beijos e abraço!
Pensar na vida conjugal é sempre importante, mesmo quando não se tem uma. Digo isso por experiência própria. =P
Vou fazer 27 daqui a alguns dias,mas acho que estou vivendo minha crise de meia idade desde os 22.
Esse tema sempre foi "ruts", é muito foda... Há momentos que me vejo na mesma situação... Mas meu, o negócio é trampar fazer o que gosta, e esperar (não muito... rs), deixar que olhem pra você. Sempre corri atrás de bons relacionamentos, todos afundaram. Hoje vejo que minha busca se esgotou. Vou deixar que me encontrem.
Acho que tenho certa índole beirando os 20. xDD
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